PMMT: Por melhor salário, militares podem parar em Mato Grosso.

Fonte: policial do povo

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

Policiais e bombeiros militares podem realizar manifestações e entrar em greve, caso o Governo do Estado não atenda às reivindicações da categoria, que pede por reestruturação salarial e pagamento de benefícios como adicional noturno e por insalubridade.

O presidente da Associação dos Oficiais (Assof), major Wanderson Nunes de Siqueira, afirmou que as categorias se uniram para garantir a correção dos salários hoje pagos aos militares em relação a outras carreiras de nível superior, cuja defasagem chegaria a 40%.

“Esse problema de defasagem já existe há anos. Apresentamos ao Estado uma proposta de reestruturação salarial e de carreira ao Estado, que leva em consideração tanto a qualificação de cada um quanto o tempo de serviço, como já é feito em todas as outras carreiras do serviço público, mas ainda não recebemos resposta”, disse.

“Como é que eu vou convencer uma pessoa que é bacharel em Direito a ingressar na carreira militar com esse salário? Eu exijo qualificação, mas não pago o que seria de acordo?”

Siqueira explicou que os militares pensavam em cobrar as medidas apenas em 2015, em respeito ao discurso feito pelo Governo de que não havia recursos disponíveis para atendimento das reivindicações feitas.

“Mas, aí ficamos sabendo que, em abril, o Governo aprovou reajuste salarial para uma série de carreiras e não estamos mais entendendo qual a situação real do Estado”, afirmou.

De acordo com o presidente da Assof, foi aprovada na Assembleia Legislativa, em 31 de março deste ano, a mudança no regime de ingresso na carreira militar em Mato Grosso, mas não houve nenhum tipo de mudança na remuneração dada pelo serviço, em consonância com as exigências feitas.

Siqueira afirmou que, desde o mês passado, passou a ser exigido o nível superior de quem quiser ingressar na carreira militar como praça e a conclusão do curso de bacharel em Direito, para quem quiser se tornar um oficial.

O salário inicial pago a um soldado militar, de acordo com o major, é de R$ 2,6 mil.

“Não temos carga horária definida e, por isso, extrapolamos em muito a jornada permitida de 48 horas semanais, não recebemos por hora extra, adicional por insalubridade ou adicional noturno”

“Como é que eu vou convencer uma pessoa que é bacharel em Direito a ingressar na carreira militar com esse salário? Eu exijo qualificação, mas não pago o que seria de acordo?”, questionou.

O major destacou que outra reclamação da categoria é quanto ao regime de trabalho.

“Não temos carga horária definida e, por isso, extrapolamos em muito a jornada permitida de 48 horas semanais, não recebemos por hora extra, adicional por insalubridade ou adicional noturno – mesmo com muitos militares trabalhando à noite”, disse.

Siqueira afirmou que, no serviço ativo, o Estado conta com 6,7 mil policiais na Polícia Militar e aproximadamente dois mil bombeiros, que não descartam a realização de manifestações ou início de greve para serem ouvidos pelo Governo.

A decisão sobre que ações serão tomadas pelo grupo deverá ser tomada durante a assembleia-geral, marcada para o dia 13 de maio, no Ginásio Verdinho, no CPA I.

“Não descarto nenhuma possibilidade, seja greve ou manifestações”, disse.

A proposta de reestruturação está sendo apresentada aos policiais e bombeiros de todo o interior do Estado, e a categoria tenta agendar uma reunião com o governador Silval Barbosa (PMDB) até a data da assembleia, para expor os itens da pauta de reivindicação.







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PMMT: Nova lei possibilita promoção de 652 policias militares.

Fonte: DANA CAMPOS Assessoria/PM-MT

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

A Polícia Militar de Mato Grosso, realiza nessa segunda-feira (21-4), a formatura de promoção de 652 policiais, sendo 527 praças e 125 oficias. A data faz alusão ao ‘Dia de Tiradentes’, considerado patrono das Polícias do Brasil. A solenidade será às 19 horas, no Quartel do Comando Geral da PM, na Avenida do CPA, em Cuiabá.

Além de tradicional dentro do meio militar, este ano a data simboliza uma mudança marcante a todos os policiais. Pois foram aprovadas no mês passado a Lei Ordinária nº 10.076, a qual regulamenta e objetiva todos os critérios e requisitos necessários para a promoção dos policiais militares. E, também, a Lei Complementar nº 529, que fixa o efetivo da Polícia Militar em 12.495 policiais.

As leis são resultado de um trabalho intenso, realizado em parceria entre o Governo do Estado – por meio da Polícia Militar, Casa Militar, Corpo de Bombeiros Militar – e as Associações de Praças e Oficiais Militares.

De acordo com o comandante geral da PM, coronel Nerci Adriano Denardi, “esse grande montante de policiais promovidos é devido ao gargalo que existia na corporação, de pessoas que aguardavam na fila pela promoção”. Como, por exemplo, a tenente coronel Zózima Dias dos Santos, três anos à espera. A última mulher promovida foi a coronel Lilian Tereza Vieira de Lima, em 2011.

Para a tenente coronel Zózima, “essa data representa para mim uma vitória dupla. Primeiro, no cunho pessoal. Pois consegui chegar ao posto máximo da PM por merecimento. E, em segundo, de cunho profissional, pois significa uma vitória das mulheres, mostra que o comando busca valorizar a mulher dentro da instituição”. Um dos postos ocupados pela tenente coronel foi de coordenadora do programa Rede Cidadã e diretora adjunta de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip).

Segundo o diretor adjunto de Gestão de Pessoas da PM, que foi coordenador do grupo de trabalho à instituição, tenente coronel Alessandro Ferreira da Silva, “o grupo foi criado no ano passado e tinha como propósito fazer todo estudo, pesquisa e análise de dados para a elaboração dos critérios para promoção, que se tornaram mais objetivos, e também para a fixação de um efetivo adequado, que atendesse as necessidades regionais, econômicas e sociais do nosso Estado”.

Conforme o tenente coronel Alessandro, com o apoio das associações e o diálogo claro e conciso existente com comando da PM, foi possível acelerar o processo e encaminhar junto à Assembleia Legislativa para aprovação e posterior sanção do Governo do Estado.

Para o comandante geral da PM, “fazer parte de mudança tão importante para a instituição é uma honra. É uma satisfação poder viver esse momento, em que policial se torna ainda mais valorizado e que agora tem total segurança que terá uma progressão justa e necessária dentro de sua carreira militar”.

“Hoje, qualquer cidadão que ingressar na Polícia Militar sabe exatamente o tempo que terá para conquistar sua primeira promoção. Além disso, o cidadão que entrar como soldado na PM, que é uma das formas de entrar para PM, e que manter um ritmo de estudo, de melhoramento e evolução profissional, tem a possibilidade de alcançar o posto de tenente-coronel, que antes da lei era muito difícil, diante da realidade que existia”, ressalva coronel Denardi.


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QUESTÃO SALARIAL PMMT.

Fonte: ASSOF/ASSOADE/ACS/ASMIP

 

Os dirigentes da Associação dos Oficiais (ASSOF), da Associação dos Sargentos, Sub Tenentes, Oficiais Administrativos e Especialistas (ASSOADE), da Associação dos Cabos e Soldados (ACSPMBM) e da Associação dos Militares Inativos e Pensionistas (ASSMIP) levam ao conhecimento dos associados e demais policiais e bombeiros militares de Mato Grosso, que na semana de 07 a 11 de abril, iniciaram uma série de procedimentos que visam à realização de uma reestruturação salarial nas carreiras dos Policiais e Bombeiros Militares.

Inicialmente realizamos reuniões internas, a fim de se definir uma proposta de reestruturação salarial que atendesse a todos os policiais e bombeiros, independente de posto ou graduação. Nessas reuniões, definiu-se ainda, que conquistas obtidas na última lei de subsídio, como a vinculação do subtenente ao Coronel seriam mantidas e inclusive melhoras.

Após as reuniões internas, começamos nesta semana, uma série de visitas às autoridades ligadas as nossas instituições, como Comandante Geral da PMMT, Comandante Geral do CBMMT e Secretário de Estado de Segurança Pública, onde fizemos a entrega de um manifesto unificado das associações que destaca as percas salariais ocorridas nos últimos dez anos e a insatisfação da categoria ante ao tratamento discriminatório que temos recebido em relação a outras carreiras do serviço público.

Pretendemos nos próximos dias, nos reunir com o Governador do Estado e apresentar a proposta de reestruturação salarial, para em seguida, promovermos assembleias unificadas entre Oficiais e Praças em todos os Comandos Regionais para deliberações.

Todas as informações serão postadas no site oficial das Associações, bem como, discutidas em Assembleias, é importante que os policiais e bombeiros continuem acompanhando o trabalho das associações e acima de tudo, se mobilizem, pois unidos, seremos fortes e conquistaremos os resultados esperados.

Fonte: ASSOF/ASSOADE/ACS/ASMIP.


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A NOSSA LIBERDADE

Liberdade para quê?

Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros.

Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói!

Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos.

É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micro-ondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei.

País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

 

* Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do Brasil.


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Policial militar tem direito a horas extras.

Fonte: http://www.espacovital.com.br/

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O policial militar Dilcei João Gonçalves Filho receberá do Estado de Santa Catarina o pagamento das horas extras que trabalhou durante cinco anos, e que não foram pagas. 
 
Em contestação, o Estado disse que "os militares não têm direito ao pagamento". Acrescentou, por fim, que a Lei Complementar nº. 137/95 limita o pagamento ao máximo de 40 horas semanais.

Segundo o julgado da  4ª Câmara de Direito Público do TJ-S,"comprovado o trabalho além da jornada normal, tem o policial militar o direito a receber o pagamento das horas extras realizadas, mesmo aquelas que excedem as 40 horas mensais previstas como limite máximo, em decreto limitador, uma vez que o Estado não pode locupletar-se indevidamente à custa do trabalho alheio sem quebrar o princípio da moralidade”. O relator foi o desembargador Jaime Ramos. 
 
Por votação unânime, foi mantida a sentença da comarca da Capital. (Proc. nº  2011.018125-6 - com informações do TJ-SC e da redação do Espaço Vital).

Fonte: http://www.espacovital.com.br/


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Policial Militar ultima categoria de trabalhadores escravos.

Fonte: policial do povo

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Policial militar ultima categoria de trabalhadores escravos, você tem direito de não ter direitos, seu voto pode mudar isso.

 

Uma categoria massacrada pela Constituição de 1988, a chamada cidadã.

 

Não tem direito a filiação partidária;

Não tem direito a sindicalização;

Não tem direito a greve;

Não tem direito a horas extras;

Não tem direito adicional noturno;

Não tem direito a periculosidade;

Jornada de trabalho acima de 240 horas mês;

Proibido expressar suas ideias;

Proibido reclamar do governo;

Sujeito a planos de chamadas;

Expectativa de vida 10 abaixo da média;

Não tem direito a fundo de garantia;

Não tem plano de saúde;

Não tem incentivo para estudar, ou trabalha ou estuda você escolhe;

Policial militar, reflita, ou você se politiza e elege seus legítimos representantes ou vai ficar a vida toda sendo escravo daqueles que mais precisam de você.

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A polícia indefesa.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/25528-a-policia-indefesa.shtml

Foto: policialdopovo.wordpress.com

Qual o “produto” da polícia? Liberdade dentro da lei, segurança, enfim, a civilização.

A POLÍCIA é uma das classes que sofrem maior injustiça por parte da sociedade. Lançamos sobre ela a suspeita de ser um parente próximo dos bandidos. Isso é tão errado quanto julgar negros inferiores pela cor ou gays doentes pela sua orientação sexual.

Não, não estou negando todo tipo de mazela que afeta a polícia nem fazendo apologia da repressão como pensará o caro inteligentinho de plantão. Aliás, proponho que hoje ele vá brincar no parque, leve preferivelmente um livro do fanático Foucault para a caixa de areia.

Partilho do mal-estar típico quando na presença de policiais devido ao monopólio legítimo da violência que eles possuem. Um sentimento de opressão marca nossa relação com a polícia. Mas aqui devemos ir além do senso comum.

Acompanhamos a agonia da Bahia e sua greve da Polícia Militar, que corre o risco de se alastrar por outros Estados. Sem dúvida, o governador da Bahia tem razão ao dizer que a liderança do movimento se excedeu. A polícia não pode agir dessa forma (fazer reféns, fechar o centro administrativo).

A lei diz que a PM é serviço público militar e, por isso, não pode fazer greve. O que está corretíssimo. Mas não vejo ninguém da “inteligência” ou dos setores organizados da sociedade civil se perguntar por que se reclama tanto dos maus salários dos professores (o que também é verdade) e não se reclama da mesma forma veemente dos maus salários da polícia. É como se tacitamente considerássemos a polícia menos “cidadã” do que nós outros.

Quando tem algum problema como esse da greve na Bahia, fala-se “mas o problema é que a polícia ganha mal”, mas não vejo nenhum movimento de “repúdio” ao descaso com o qual se trata a classe policial entre nós. Sempre tem alguém para defender drogados, bandidos e invasores da terra alheia, mas não aparece ninguém (nem os artistas da Bahia tampouco) para defender a polícia dos maus-tratos que recebe da sociedade.

A polícia é uma função tão nobre quanto médico e professor. Policial tem mulher, marido, filho, adoece como você e eu.

Não há sociedade civilizada sem a polícia. Ela guarda o sono, mantém a liberdade, assegura a Justiça dentro da lei, sustenta a democracia. Ignorante é todo aquele que pensa que a polícia seja inimiga da democracia.

Na realidade, ela pode ser mais amiga da democracia do que muita gente que diz amar a democracia, mas adora uma quebradeira e uma violência demagógica.

Sei bem que os inteligentinhos que não foram brincar no parque (são uns desobedientes) vão dizer que estou fazendo uma imagem idealizada da polícia.

Não estou. Estou apenas dando uma explicação da função social da polícia na manutenção da democracia e da civilização.

Pena que as ciências humanas não se ocupem da polícia como objeto do “bem”. Pelo contrário, reafirmam a ignorância e o preconceito que temos contra os policiais relacionando-a apenas com “aparelhos repressivos” e não com “aparelhos constitutivos” do convívio civilizado socialmente sustentável.

Há sim corrupção, mas a corrupção, além de ser um dado da natureza humana, é também fruto dos maus salários e do descaso social com relação à polícia, além da proximidade física e psicológica com o crime.

Se a polícia se corrompe (privatiza sua função de manutenção da ordem via “caixinhas”) e professores, não, não é porque professores são incorruptíveis, mas simplesmente porque o “produto” que a polícia entrega para a sociedade é mais concretamente e imediatamente urgente do que a educação.

Com isso não estou dizendo que a educação, minha área primeira de atuação, não seja urgente, mas a falta dela demora mais a ser sentida do que a da polícia, daí “paga-se caixinha para o policial”, do contrário roubam sua padaria, sua loja, sua casa, sua escola, seu filho, sua mulher, sua vida.

Qual o “produto” da polícia? De novo: liberdade dentro da lei, segurança, a possibilidade de você andar na rua, trabalhar, ir ao cinema, jantar fora, dormir, não ser morto, viver em democracia, enfim, a civilização.

Defendem-se drogado, bandido, criminoso. É hora de cuidarmos da nossa polícia.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/25528-a-policia-indefesa.shtml


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DESMILITARIZAÇÃO JÁ.

Fonte: policial do povo

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Brasil quer uma Polícia Moderna, Desmilitarizada, com a Entrada e Carreira Única, e com o Ciclo Completo. 

É bom para o Cidadão, é ótimo para o Policial. 

‪#‎Pec51Já‬!


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IFMT juntamente com a Sesp e Secitec ofertarão o Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância.

Fonte: Ascom/Reitoria/IFMT

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Instituto Federal de Mato Grosso juntamente com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) irão ofertar o Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância. Serão ofertadas 400 vagas, para os profissionais da carreira da segurança pública (Polícia Militar, Bombeiros Militar e Polícia Judiciária Civil). A abertura das inscrições para o processo seletivo está prevista para começar na 1º quinzena de abril e as aulas estão previstas para iniciarem no início de maio.

Os representantes da Pró-Reitoria de Ensino, do Campus Cuiabá, da Secretaria de Segurança Pública no estado de Mato Grosso e da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia se reuniram na manhã desta sexta-feira, dia 28 de março, para definir os detalhes para a realização do curso. S

O Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância, tem o objetivo de qualificar os profissionais tecnólogos de nível superior para atuarem  nas áreas de política, gestão, planejamento e técnicas operacionais no âmbito do sistema de segurança pública, fundamentado nos princípios da cidadania, dos direitos humanos e da cultura da paz, em relação às atividades de prevenção e enfrentamento de conflitos contemporâneos da sociedade.

Segundo o Pró-Reitor de Ensino, Ghilson Ramalho, o curso utilizará a estrutura da Secitec para ofertar o ensino à distância, devido à possibilidade de atender os profissionais da carreira da segurança pública que estão localizados em todos os municípios do estado.

O curso deve enfatizar, considerando as diversas possibilidades de atuação profissional, uma ou mais atividades da área de segurança pública relacionadas a: segurança e ordem pública, segurança comunitária, defesa civil, política técnico-científica e polícia administrativa.

O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos, Luciano Esteves Correa da Costa, salientou que o curso irá nivelar todo o efetivo da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que irão sair do nível médio para o nível superior. Além disso, ao final do curso o efetivo que estiver cursando será agraciado com o primeiro posto do oficialato.

“O curso tecnólogo vai melhorar o atendimento ao público que é a área fim do policiamento e quem vai colher os resultados é a sociedade com policiais mais bem preparados”, destacou Luciano Esteves Correa da Costa.

A realização desse curso ocorre por meio da celebração do Termo de Convênio/Cooperação Técnica nº001/201 entre o Instituto Federal de Mato Grosso, a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, que tem por objetivo estabelecer e regulamentar um programa de cooperação técnica, pedagógica e científica entre os particípes, visando a oferta de cursos técnicos de nível médio (subsequentes), Cursos Superiores de Tecnologia, Bacharelados e ações na área de educação, ciência, tecnologia, pesquisa, extensão, prestação de serviços públicos ou de atuação e interesses comuns. 

 

 

Fonte: Ascom/Reitoria/IFMT


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IFMT juntamente com a Sesp e Secitec ofertarão o Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância.

Fonte: Ascom/Reitoria/IFMT

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Instituto Federal de Mato Grosso juntamente com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) irão ofertar o Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância. Serão ofertadas 400 vagas, para os profissionais da carreira da segurança pública (Polícia Militar, Bombeiros Militar e Polícia Judiciária Civil). A abertura das inscrições para o processo seletivo está prevista para começar na 1º quinzena de abril e as aulas estão previstas para iniciarem no início de maio.

Os representantes da Pró-Reitoria de Ensino, do Campus Cuiabá, da Secretaria de Segurança Pública no estado de Mato Grosso e da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia se reuniram na manhã desta sexta-feira, dia 28 de março, para definir os detalhes para a realização do curso. S

O Curso Superior de Tecnologia em Segurança Pública, na modalidade a distância, tem o objetivo de qualificar os profissionais tecnólogos de nível superior para atuarem  nas áreas de política, gestão, planejamento e técnicas operacionais no âmbito do sistema de segurança pública, fundamentado nos princípios da cidadania, dos direitos humanos e da cultura da paz, em relação às atividades de prevenção e enfrentamento de conflitos contemporâneos da sociedade.

Segundo o Pró-Reitor de Ensino, Ghilson Ramalho, o curso utilizará a estrutura da Secitec para ofertar o ensino à distância, devido à possibilidade de atender os profissionais da carreira da segurança pública que estão localizados em todos os municípios do estado.

O curso deve enfatizar, considerando as diversas possibilidades de atuação profissional, uma ou mais atividades da área de segurança pública relacionadas a: segurança e ordem pública, segurança comunitária, defesa civil, política técnico-científica e polícia administrativa.

O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos, Luciano Esteves Correa da Costa, salientou que o curso irá nivelar todo o efetivo da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que irão sair do nível médio para o nível superior. Além disso, ao final do curso o efetivo que estiver cursando será agraciado com o primeiro posto do oficialato.

“O curso tecnólogo vai melhorar o atendimento ao público que é a área fim do policiamento e quem vai colher os resultados é a sociedade com policiais mais bem preparados”, destacou Luciano Esteves Correa da Costa.

A realização desse curso ocorre por meio da celebração do Termo de Convênio/Cooperação Técnica nº001/201 entre o Instituto Federal de Mato Grosso, a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, que tem por objetivo estabelecer e regulamentar um programa de cooperação técnica, pedagógica e científica entre os particípes, visando a oferta de cursos técnicos de nível médio (subsequentes), Cursos Superiores de Tecnologia, Bacharelados e ações na área de educação, ciência, tecnologia, pesquisa, extensão, prestação de serviços públicos ou de atuação e interesses comuns. 

 

 

Fonte: Ascom/Reitoria/IFMT


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Governo de São Paulo vai pagar “bico” para PMs a partir de abril. R$20,00 por hora trabalhada.

Fonte: Folha de São Paulo

Foto: policialdopovo.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar, de cerca de R$ 20 por hora, será paga para policiais que atuarem em cidades que hoje não têm condições de arcar com os custos do bico oficial.

Segundo o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, a diária será paga, inicialmente, a mil policiais por dia. Para ele, a medida tem como vantagens a velocidade de implantação, comparada ao tempo que se leva para formar novos policiais, e o aumento de segurança. A PM tem hoje cerca de 100 mil policiais em todo o Estado.

Ainda não foram definidas as cidades que serão chamadas para firmar parceria com o governo. Segundo o secretário, estudos técnicos com a polícia militar estão sendo feitos para determinar que locais serão beneficiados com o aporte de recursos estaduais. “Pode ser capital, alguma parte da Grande SP. Nós vamos dar prioridade às áreas mais críticas”, disse.

“Essa é uma forma que nós encontramos para aumentar o número de policiais [em circulação nas ruas]. Mesmo se nós quiséssemos formar 5.000 por ano, não temos condições. O bico é uma realidade em todo o país, então por que não permitir que ele o faça com todas as garantias? Temos um grande número de policiais que estão morrendo em bicos não oficiais, sem estarem fardados, expostos”, disse o secretário.

“Nós fizemos a atividade delegada com 39 cidades e isso está crescendo rapidamente. Em vez de o policial fazer bico, ele trabalha na atividade delegada, armado, fardado, sob o comando da PM”, disse o governador. “Isso vai ter um custo financeiro para o Estado, mas é uma medida importante para ter mais policial na rua.”

Questionado sobre a possibilidade de os municípios deixarem de pagar a atividade delegada com a possibilidade de receberem recursos estaduais, Grella afastou esse risco e disse que segurança pública tem que ser “obra coletiva”.

“Aqueles municípios que puderem e tiverem condições, estarão beneficiando a sociedade. Nos pontos em que a atividade delegada pelas prefeituras não for possível, nós vamos fazer um esforço pra atender diretamente com recursos do Estado.”

(Folha de São Paulo).


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